Tannat

A uva Tannat

Origem da uva

O berço nativo da Tannat é Madiran, no centro da região sudoeste da França.

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Uma uva tinta de forte carga tânica encravada na melhor região produtora de brancos do sudoeste Francês, Pau e Jurançon. Mas, nesta região, entre as tintas, reina absoluta a Tannat. A mesma que faz estrondoso sucesso no Uruguai e, hoje, na Campanha gaúcha, também desperta um novo e promissor terroir para vinhos brasileiros.

Trazida pelos bascos espanhóis e franceses para terras charruas a uva, por estes lados, produz vinhos bem diferentes dos seus parentes franceses.

Madiran, na França, o local de origem da Tannat

Características dos vinhos

Junto com a Baga, originária da Bairrada, Portugal, são uvas de alta carga de taninos.

Os vinhos elaborados com esta casta, enquanto jovens são muito tânicos, ácidos e rústicos. Mas lembrem-se que é uma uva com vocação para envelhecer com saúde. Assim como a Tannat sul-americana, os vinhos de Madiran podem e devem esperar algum tempo para aflorarem suas qualidades, passando de vinhos rústicos e duros para vinhos aromáticos, gordos, algo fumado, agradáveis de longo retrogosto.

A Tannat é uma das uvas com maior presença de taninos

Antes desprezada, até mesmo em seu berço, como uma casta possível para se fazer um bom varietal, a Tannat, produz por estes lados um vinho saboroso de cor vermelho escuro, aromas de baunilha, coco (em razão das barricas que estagia), ameixa, geleia de framboesa e morango. Na boca todo o seu esplendor, taninos agradáveis, volumoso e agradável. O tipo do vinho que quando se percebe lá se foi a garrafa. Além de ser um excelente “tira preconceito”.

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Curiosidades

A Tannat, após sérios estudos médicos foi confirmada como um uva com excelente quantidade de resveratrol, um polifenol que age como anti oxidante, agindo contra o câncer e como redutor do mal colesterol. Além de outros benefícios à saúde.

Um bom exemplo de Tannat produzido na Campanha gaúcha

Há pessoas que associam a Tannat a vinhos duros e ácidos, o que de certa forma estão certas, pois os que não passam por madeira e não têm o cuidado necessário, desde a videira, são assim mesmo. Agora, o contrário é verdadeiro, os que bem cuidados, desde as vinhas, passando por barricas e com os taninos perfeitamente associados a esta. Geram fermantados redondos e com grande estrutura, podendo ser guardado por mais de uma década para harmonizar os pratos de inverno.

Lembrando que um bom vinho nasce de bons vinhedos e para tanto há que se estudar o terroir na qual estão inseridos.

Harmonização

Os vinhos feitos com a Tannat são bons sozinhos. Agora bem acompanhado, em todos os sentidos, ele torna-se insuperável.

O vinho Tannat é perfeito para harmonizar com churrascos e assados

Aqui o segredo é a forte carga tânica que esta uva traz consigo. Os taninos combinam com gordura. Portanto, mais um item que aproxima a Tannat da culinária típica de inverno, como o tradicional churrasco, carnes assadas, pratos baseados na carne de ovelha e outros bastante encorpados e condimentados. 

Os feitos com a Tannat são ideais para combinar sua estrutura com a culinário gaúcha. Uma casta que faz frente com galhardia e só vem a somar.

 

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